domingo, 28 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Adoro as flores e o seu cheiro.E sim as flores sorriem,se soubermos sentir e ver o bem da vida.
Se às Vezes Digo que as Flores Sorriem
Se às vezes digo que as flores sorriem
E se eu disser que os rios cantam,
Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores
E cantos no correr dos rios...
É porque assim faço mais sentir aos homens falsos
A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.
Porque escrevo para eles me lerem sacrifico-me às vezes
À sua estupidez de sentidos...
Não concordo comigo mas absolvo-me,
Porque só sou essa cousa séria, um intérprete da Natureza,
Porque há homens que não percebem a sua linguagem,
Por ela não ser linguagem nenhuma.
Fernando pessoa
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
domingo, 22 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Pico ! Minha Ilha Natal
Pico ! Minha Ilha Natal
De manhã ao acordar
olho para ti
por vezes teu manto branco
de beleza sem fim
nuvens no teu cume como chapéu
formam-se como se fosse, um véu
nesta montanha mais alta de Portugal
Pico, minha ilha Natal!
ilha de mairoços e vinhas
de águas limpas , meu mar
baleias e golfinhos
uma delicia ao olhar
paisagem protegida , natural
Pico ! minha ilha Natal
Salomé Nunes Silveira Alves
Um fim de semana espreita entre o orvalho e a bruma da ilha.Um sorriso merece o teu olhar...
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Uma ilha, um coração!...
Um sentido, trilhando no peito
as palavras, abertas, escorridas
lavradas de vida, dum sonho feito
nas margens do rio, na foz sentidas
Como um rio que banha um povo
na ilha, nos pedregulhos de basalto
as palavras sorriem, com algo novo
escorrem sentimento, falam mais alto
Nas pedras esculpidas, do alto me ergo
em ondas mansas e calmas, um sorriso
na quietude duma alma, um coração
Sem limites, sem barreiras, nele observo
a vida, o amor,as palavras que preciso
saídas lava ardente como dum vulcão!...
Salomé Nunes Silveira Alves
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Como dizer, o silêncio?
Como dizer,o silêncio?
Entre árvores
De mil cores
Num ramo desilusão
E também amores
Como dizer,o silêncio?
Num ramo de tristeza
Onde passa alegria
Frases, e pensamentos
E amizade com certeza
Como dizer,o silêncio?
A vida num conto
Com esperança, e fantasia
E aquela saudade
Que bate um dia
Como dizer,o silêncio?
Num texto de humor
Num maravilhoso soneto
De alegria, e vida,
De amor, ou dor
Como dizer,o silêncio?
Tanto há para dizer
Entre tanta árvore e ramo
Tanta cor, bela e bonita
Como chegar lá e fazer?
Salomé Nunes Silveira Alves
domingo, 4 de novembro de 2012
Família
Simplesmente...
a luz da lamparina
ilumina a parca mesa
que em redor senta
o fogo feito lava
na pele e nos laços
dos pais, dos filhos
que em gargalhadas
vivem e sentem
a paz, a união
a família... o amor!
Salomé Nunes Silveira Alves
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Faz mais de um ano que por aqui não passo.
Depois de mais de um ano sem por aqui passar,hoje só para matar saudades.Pensei colocar uma foto,mas isto está tudo mudado...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Chovem-me palavras!...
Quando descalça
nas pedras da calçada
na doce e simples madrugada
passeio numa noite qualquer
no céu brilhante e estrelado
um rasgo de luz se faz ao mar
é uma estrela-candente
que ao luar sonha
com a terra, com sua gente
e num impulso cai
fica presente ao meu olhar
Um olhar de finos cristais
que ao espelho reluzem
o que entre os meus dedos escorre
com delicadeza, com maior certeza
nos laços, nos sentidos, na vida
num olhar, mais presente
nesse todo, só meu, esse meu (a)mar
sem véu, todo o mal do mundo esqueço
E descalça na madrugada
por fim aconteço!...
nas pedras da calçada
na doce e simples madrugada
passeio numa noite qualquer
no céu brilhante e estrelado
um rasgo de luz se faz ao mar
é uma estrela-candente
que ao luar sonha
com a terra, com sua gente
e num impulso cai
fica presente ao meu olhar
Um olhar de finos cristais
que ao espelho reluzem
o que entre os meus dedos escorre
com delicadeza, com maior certeza
nos laços, nos sentidos, na vida
num olhar, mais presente
nesse todo, só meu, esse meu (a)mar
sem véu, todo o mal do mundo esqueço
E descalça na madrugada
por fim aconteço!...
Silêncio e tanta gente!...envolta no silêncio e na bruma desta ilha, hoje só canto ao silêncio.
Salomé.N.S.A
Salomé.N.S.A













